Usadas durante décadas no cinema de animação, as técnicas de animação tradicional são agora cada vez mais adotadas no desenvolvimento de ambientes digitais, como websites, aplicações e software.
Desde os anos 30 até aos dias de hoje, a Disney definiu os princípios básicos da animação de personagens e criação de histórias. Esses princípios são agora utilizados pelos maiores players tecnológicos dos nossos tempos, na composição de interfaces gráficos.
Desde os primeiros tempos do smartphone que se adoptou o uso de animação como forma de dar significado e facilitar a comunicação entre interface digital e ser humano. Quanto maior a simbiose entre a experiência, interação e reação do ambiente digital com o físico face à intervenção do ser humano, mais intuitiva será a aprendizagem e a experiência de utilização.
Com a massificação dos dispositivos móveis, o movimento passou a ser adotado quase de forma obrigatória. A interação através de ecrãs táteis e sensores torna o uso dos dispositivos ainda mais intuitivo, permitindo aproximar a experiência de utilização do uso que fazemos dos objetos físicos que nos rodeiam no dia-a-dia.
A reação ao toque humano é demonstrada através da animação de certos elementos que compõem o interface. Essa reação ajuda o ser humano a compreender de forma quase natural o produto digital. Torna as ações mais realistas, cria emoção e empatia. Faz a perfeita ligação entre o ser humano e o ambiente digital.
Neste contexto, as técnicas de animação contribuem para a criação de melhores histórias e envolvem os utilizadores de forma mais humanizada e intuitiva. Ao incluir elementos e comportamentos da nossa experiência do mundo real no espaço virtual criamos confiança e uma maior relação com os utilizadores.
O movimento e a animação contribuem para um design global mais consistente e dotam as marcas e os produtos de mais significado e personalidade. Podemos considerar a animação como a “expressão corporal” dos elementos digitais.
A inclusão da animação aumenta a qualidade do design e proporciona experiências muito mais satisfatórias que produtos desprovidos de “alma” e reação perante o contacto com o ser humano: liga o mundo real ao virtual, conta uma história, constrói uma narrativa.
A animação passou a marcar presença permanente no desenvolvimento de interfaces digitais. O uso do movimento acrescenta contexto ao software e apoia inequivocamente a comunicação, tornando perceptíveis as mudanças que ocorrem num ecrã com a interação do ser humano. Um interface tangível permite-nos interagir de forma natural tal como acontece no nosso ambiente físico. Quanto mais próxima a experiência for do mundo físico, mais intuitivas se tornam as interfaces digitais. O uso torna-se familiar e natural.
Principais vantagens da animação na experiência de utilizador:
- Desperta a atenção;
- Cria emoção;
- Cria empatia;
- Ajuda a percepção;
- Apoia a comunicação;
- Aproxima o ser humano dos interfaces digitais;
- Torna as ações mais realistas.
Na LOBA os projetos digitais são criteriosamente pensados e testados por uma equipa multidisciplinar, para que com o recurso às melhores tecnologias e às melhores técnicas de comunicação sejam entregues aos nossos clientes projetos com histórias, narrativas e storytelling ricos e capazes de proporcionar a melhor experiência aos clientes dos nossos clientes.